terça-feira, 28 de abril de 2009


Sempre assim

Quero-te sempre assim:

chuva repentina
numa tarde sem estação,

vento sorrateiro,
umedecendo a minha pele,

tempo de cor inexistente
como Portinari pintava,

branco virando preto
de frente para o sol,

pancada suave no chão
como os pingos da chuva.

Quero-te sempre assim
como a chegada leve da poesia.

Maria Maria

3 comentários:

Moacy Cirne disse...

Quero o seu blogue sempre assim:
com poesia. E respingos de chuva.
Em tempo:
torci pelo Potiguar,
mas realmente era dificil virar o placar do primeiro jogo.

Um beijo.

Guru Martins disse...

...abençoado...

bj

daufen bach. disse...

OLá Maria,

que seja sempre assim! Amém.

teu poema é uma linda prece para
o querer gratuito e natural.

Parabéns. Está Lindo.

Abraços a ti.

daufen bach.